‘O volume de informações mentirosas não tem esse número alarmante’, diz procurador eleitoral


Não há como monitorar mensagens enviadas pelo aplicativo WhatsApp, que preza pela privacidade, nem aplicar a ele a mesma metodologia de combate às fake news empregada em redes sociais como Facebook e Twitter.
O problema das notícias falsas é menor do que parece, e 90% das conversas no WhatsApp são interpessoais, e não por meio de grupos.
Esse é o resumo que o vice-procurador-geral eleitoral, Humberto Jacques de Medeiros, fez de uma videoconferência realizada nesta terça (16) entre membros do conselho consultivo de fake news do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e quatro representantes do WhatsApp, que falaram do Vale do Silício, na Califórnia.
Folhapress

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