Partidos do palanque do prefeito abandonam a proporcional e deputados querem deixar DEM e MDB


O DEM e o MDB, que têm hoje representações na Assembleia Legislativa, com cinco cadeiras, estão em uma sinuca de bico às vésperas da formalização de aliança para a disputa deste ano.

Os dois partidos têm se sintonizado com o PDT, do prefeito Carlos Eduardo Alves, e discutido a aliança majoritária. Mas como descuidaram da proporcional, os cinco deputados do DEM e MDB enxergam nítido risco de ficar em seus partidos.

Isso porque a esposa do prefeito Carlos Eduardo Alves, Andrea Ramalho, ou o filho do vice-prefeito Álvaro Dias, Adjuto Dias, deverá se juntar ao parlamentares atuais para disputar as vagas na Assembleia.

É um cenário de claro prejuízo para quem já tem mandato.

Assim, Hermano Morais, Gustavo Fernandes, Nélter Queiroz (do MDB), Getúlio Rego e José Adécio (do DEM) sabem que uma nominata desses partidos conseguirá eleger em torno de três dos seis nomes – eles cinco mais a esposa do prefeito ou o filho do vice-prefeito.

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