Bomba: O Deputado Estadual Nelter Queiroz é Citado por Delator Fred Queiroz

Via Thalita Moema


Delator fala sobre esquema de corrupção de Henrique Alves, desvio de recurso de obra da Praia do Meio e envolvidos que receberam dinheiro da campanha


Confira parte de delação de Fred Queiroz, que explica toda a destinação dos recursos da campanha de Henrique Alves ao governo do estado e beneficiários.

No texto da delação de Fred Queiroz, fica bem claro que a única participação dele foi de fazer as transferências do que havia sido exigido por Henrique e sua equipe de frente, para as lideranças do estado a pedido dos vereadores, deputados e prefeitos.
Explicou que Nelter Queiroz o ameaçou em frente à Assembleia Legislativa, afirmando que se o pagamento do cheque dado por Henrique Alves, não fosse feito ia ser divulgado na imprensa. Ainda falou da participação do presidente da FEMURN, Benes Leocádio, que foi com José Geraldo (assessor), até o Ocean Palace pegar os milhões da Odebrecht, para ser pago as lideranças. Disse que Graça Motta, levou R$400 mil, que o secretário de Robinson Ivan Júnior, que trabalhou e apoio Henrique, levou uma bolada também e ainda ganhou cargo no governo, além de vários outros políticos citados. Ainda falou de um esquema de corrupção na obra da Praia do Meio, que era desviado cerca de 3% para Henrique Alves, através de Ramalho Moreira. Arturo Arruda, cunhado de Henrique e irmão de Laurita, era o responsável para dar o aval se tal liderança seria paga ou não com o ex-candidato ao governo. Ou seja, Fred só serviu mesmo para tapar buraco da campanha de Henrique, foi escanteado e ainda usaram sua conta pra fazer pagamentos aos outros políticos, foi ameaçado pelos políticos que não haviam recebido seus pagamentos, ainda tinha um capacho que o acompanhava até o banco para conferir se os pagamentos haviam sido feitos, ainda foi chamado de ladrão sem ter tido participação nos lucros e ainda precisou ter visto sua família presa, esculhambada e exposta pela opinião pública.
É dinheiro demais, o povo na sofrência e as obras paradas.
Os documentos foram divulgados por Dinarte Assunção.
      



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